Região pouco populosa, com amplos campos cultivados, pode ser chamada de "celeiro de Portugal". É o maior produtor de cortiça da península (e provavelmente do mundo). Até recentemente, sua produção vinícola esteve relegada ao terceiro plano através das cooperativas impostas pela ditadura, mas hoje os grandes investimentos da União Européia fazem desta uma promissora produtora de modernos vinhos.